Eu tive um fim de semana pra lá de esquisito, daqueles que em um minuto vc está rindo e pulando e no outro sentada no cantinho do sofá com uma expressão facial que mereceria o prêmio de "melhor cara de bunda do ano", e eu particularmente acho esses altos e baixos um saco, ou fica bem ou fica mal, essa gangorra infinita detona a paciência de qualquer homosapiens.

E ontem eu tive a prova viva de que realmente não devemos tentar cozinhar se não estivermos bem. Resolvi fazer uma mousse de chocolate, há muito tempo que eu não erguia as mangas e botava a mão na massa, mas então, em uma tarefa simples que era derreter as barras de chocolate, eu falhei. Eu fiquei abismada quando vi que as barras viraram farinha, e nessa hora pensei que a mousse estaria perdida e não vou negar que a minha vontade era de tocar o foda-se e arremessar tudo na parede, mas pra não desperdiçar o meu tempo e o dinheiro que gastei com os ingredientes, respirei fundo e resolvi ir até o fim pra ver o que saíria dali e, depois de algumas horas, me surpreendi em ver que é uma das melhores mousses que eu já fiz.

Mas apesar de toda a esquisitice, tudo teve um lado bom. Eu notei que há pessoas com quem eu possa realmente contar. Que atenderão o telefone em qualquer hora do dia, até no meio da madrugada, só pra conversar, me ouvir e fazer com que eu me sinta melhor. Então são nessas horas que o medo passa e pensamos: "Cara, eu não estou sozinha.", deveras.

E hoje a semana começou completamente diferente, tive um ótimo dia, parece que todo aquele fantasma que pairou sobre mim desde sexta, virou pó. Hoje eu senti aquela ânsia em começar novamente, um sentimento tão forte que resolvi dar a cara a tapa pra algumas coisas e me impressionei com o resultado. Fui almoçar na rua e voltei pra casa me sentindo renovada, ciente de que hoje dei o meu primeiro passo e que de agora em diante, estou pronta pro que der e vier. Bring it on, bitch!

Um brinde ao recomeço, amigos!
É complicado ter que escolher apenas uma, já que  há um monte de músicas que me lembre um monte de pessoas em épocas diferentes, mas, tem uma em especial que eu não podia deixar passar. Ela me lembra a Sandra e os dias em que matávamos aulas na faculdade pra ficar no pátio comendo confete, tomando coca-light e jogando conversa fora. Em alguns desses dias, aparecia nosso pequeno (literalmente) amigo John e sempre que ele estava presente, fazia um dueto com a San e ficavam cantando essa música por horas a fio. Unforgettable moments!

The Eagles - Hotel California
Hoje é o dia da música que me deixa triste. Essa é um pouco mais difícil de escolher, pois todos sabemos que o que mais se encontra por aí são músicas que foram feitas justamente pra tocar naquela feridinha que todos nós temos. Mas, sem sombra de dúvidas, há uma que não importa se eu esteja em um dos meus melhores dias, ela conseguirá me deixar pra baixo em uma fração de segundos. A união da letra, que é avassaladora, com a voz da cantora e a melodia, criou uma verdadeira bomba atômica emocional. Ela definitivamente foi a trilha sonora de muitos momentos ruins que passei na vida. Mas, apesar de triste, não deixa de ser extremamente linda e tocante.

Evanescence - October


"I can't run anymore,
I give myself to you,
I'm sorry,
I'm sorry,
In all my bitterness,
I ignored,
All that's real and true,
All I need is you
"
Hoje é o dia da música que me faz feliz. Eu a ouvi pela primeira vez no início do filme O Diabo veste Prada e por alguma razão desconhecida, ela me dá uma energia imensa. É aquele tipo de música que te dá vontade de sair dançando e cantando onde quer que vc esteja. Me sinto recarregada sempre que a ouço, talvez porque a letra tenha tem um lado terapeutico e mostre a auto-confiança que todos queremos ter.

KT Tunstall - Suddenly I see


"Suddenly I see
This is what I wanna be
Suddenly I see
Why the hell it means so much to me
"
Continuando o desafio das músicas, hoje falarei sobre a música que eu menos gosto.

Sem sombra de dúvidas, a música que mais me irrita e que faz com que eu tenha vontade de quebrar o computador/rádio/televisão é a "Baby" do Justin Bieber. Tudo na música me irrita, a letra, a voz do menino e por aí vai e o pior é que é aquele tipo de música que se vc escuta por meros 5 segundos, passa o dia inteiro cantarolando-a depois. A living hell!

Justin Bieber - Baby


Enjoy!
Depois te ter visto essa idéia no blog do Robson e depois no do Leo, resolvi aderí-la. Achei bem legal e é um bom motivo pra poder postar sempre ao invés de deixar o blog jogado as traças.

Eu ouvi essa música pela primeira vez em um vídeo que assisti do filme Crepúsculo e foi amor a primeira vista...ou melhor, a primeira "ouvida". A achei simplesmente linda e sempre que a ouço, me arrepio, não sei se é pela letra, pela voz do cantor ou simplesmente pela melodia. Gosto tanto dela que baixei um programa no computador e a cortei no trecho que gosto pra transformá-la em toque de celular.

Slikpnot - Snuff


E segue a lista para os blogueiros que também queiram participar da nova onda:

day 01 - your favorite song
day 02 - your least favorite song
day 03 - a song that makes you happy
day 04 - a song that makes you sad
day 05 - a song that reminds you of someone
day 06 - a song that reminds you of somewhere
day 07 - a song that reminds you of a certain event
day 08 - a song that you know all the words to
day 09 - a song that you can dance to
day 10 - a song that makes you fall asleep
day 11 - a song from your favorite band
day 12 - a song from a band you hate
day 13 - a song that is a guilty pleasure
day 14 - a song that no one would expect you to love
day 15 - a song that describes you
day 16 - a song that you used to love but now hate
day 17 - a song that you hear often on the radio
day 18 - a song that you wish you heard on the radio
day 19 - a song from your favorite album
day 20 - a song that you listen to when you’re angry
day 21 - a song that you listen to when you’re happy
day 22 - a song that you listen to when you’re sad
day 23 - a song that you want to play at your wedding
day 24 - a song that you want to play at your funeral
day 25 - a song that makes you laugh
day 26 - a song that you can play on an instrument
day 27 - a song that you wish you could play
day 28 - a song that makes you feel guilty
day 29 - a song from your childhood
day 30 - your favorite song at this time last year

Hoje li um post no blog de uma pessoa super querida que me fez lembrar de um conselho dado por minha mãe há um tempo atrás.

Eu passava por uma fase ruim, e eu ali diante de uma encruzilhada, não sabia qual caminho seguir. O meu lado racional me indicava uma nova estrada para dar inicio a uma nova jornada, porém, o lado emocional, me dizia para pegar aquela mesma rota de sempre, e como uma pessoa sempre apaixonada e entregue aos sentimentos, eu dei ouvidos a minha emoção e optei por continuar no meu caminho e não desviar dele.

E nesse dia de tantos questionamentos, minha mãe, notando que eu estava completamente ausente mentalmente, sentou-se comigo e disse: "Filha, relacionamentos são como picolés, nós escolhemos aquele que aparentemente é o ideal para nós, no sabor, na textura, na aparência, mas as vezes, enquanto os comemos, nos dá aquela sensação de 'poxa, não era bem o que esperava ou queria', mas a realidade é que vc já o comprou, vc está ali na metade dele, não seria certo jogá-lo fora e desperdiçá-lo, então, aproveite-o até o fim, permita-se saborear cada gota do seu picolé até que ele acabe, e então, quando ele finalmente acabar, vc tem a opção de voltar a padaria e repetir o mesmo sabor ou então de escolher um novo. Há tantos tipos de picoles por aí, alguns não combinarão com o seu paladar, mas de certo haverão muitos deliciosos e que te deixarão completamente satisfeita."

E hoje, lembrando disso, vejo o quanto ela tem razão. Eu, particularmente acho que aproveitei o meu picolé até o fim, deixei algumas gotas caírem no chão e também me lambuzei um pouco com as outras, mas me permiti saborear até aquele restinho que fica grudado no palito, mas então, ao voltar na padaria, vi que o sabor no qual eu era viciada estava em falta, me senti frustrada e perdida, mas então, ao abrir o refrigerador, notei que haviam centenas de outros sabores disponíveis, de todos os tipos. Grandes, pequenos, simples, complicados, calóricos, diets. E então me perguntei: "E agora, espero pelo novo estoque do meu favorito ou então experimento outros na esperança de que algum deles seja bom ou ainda melhor do que o anterior?" e no fim, optei por experimentar os novos. Pode ser que futuramente eu me arrependa e sinta falta daquele sabor com o qual eu estava tão adaptada e relativamente satisfeita, mas pode ser também que ao provar um dos novos, eu sinta aquela explosão de prazer dentro da boca, que me faça sentir grata por ter me arriscado em algo completamente novo e desconhecido.

E vc, está satisfeito com o seu picolé?
Todos estão aproveitando a semana do dia dos namorados pra escrever posts de amor, pra fazer declarações das mais ousadas e coisas do gênero, mas eu, para fugir da regra e também porque feliz ou infelizmente, minha semana tomou um rumo completamente diferente, estou aqui escrevendo um post meio..triste.

Em todos os anos, meu dia dos namorados foi meio macabro, houve um ano em que um rapaz terminou comigo exatamente no dia 12 e se eu disser pra vcs o local do rompimento, vcs iam ficar horrorizados, mas enfim, acho que não houve um ano em que eu passei por essa data me sentindo tranquila e feliz por saber que teria um presente legal e um dia bom e da forma que planejei ou esperei. O mais triste é que sempre quis fazer desse dia especial pras pessoas, mas nunca alguém se importou em fazer desse dia, especial pra mim.

Eu sempre fui uma pessoa toda boba e sonhadora, sempre sonhei com aquele dia dos namorados perfeito, com direito a jantar a luz de velas e um daqueles presentes que mesmo barato, te faz chorar e se sentir a pessoa mais importante do mundo. Mas, mais um ano, passarei o dia sozinha. Não exatamente sozinha ao pé da letra, pois não pretendo ficar em casa engordando enlouquecidamente em frente a televisão enquanto assisto a comédias românticas, mas sozinha porque mais uma vez, toda aquela expectativa, se perdeu por algum lugar do mundo.

Mas continuarei sonhando, quem sabe algum dia eu passe por esse dia feliz e realizada e lembre desses anos "macabros" com gargalhadas. Mesmo assim, desejo a todos que estão namorando e apaixonados, um ótimo fim de semana, espero que o sonho de vcs se realizem nesse dia, porque de que adianta viver se não for também de sonhos?

E mesmo não sendo uma semana muito boa, vai aí um texto que provavelmente alegrará a muitos.


"Dizer  "eu te amo" nem sempre é suficiente para mostrar a dimensão do amor que carregamos na alma. Há até quem se negue a pronunciar essa frase, porque, às vezes, ela parece simples e desgastada pelo tempo.

Mas, então, como encontrar outro jeito melhor e mais original de dizer?...

Declarar nosso amor por alguém de uma forma verdadeiramente especial não é facil porque cada um ama de uma forma! Há quem ame com arrebatamento e exagero. Há quem ame simples e tímido.

A verdade é que cada pessoa encontra a melhor forma de expressar seus sentimentos.
Escolha o seu jeito, mas seja ele qual for, diga, diga sempre, em alto e bom som, com palavras e gestos, porque, afinal, toda forma de amor vale a pena!

Enfim, amar é ter a coragem de se entregar às dores e delícias de um verdadeiro amor.
É caminhar a cada dia ao lado de alguém que te faz sentir melhor.
É não querer dormir para aproveitar um pouco mais a presença dessa pessoa tão especial.
É fazer e receber cafuné quando menos se espera.
Amar...bem, amar é a união de tudo que a vida tem a nos oferecer.
Ouse, permita-se, entregue-se e você poderá viver um grande amor!"

The past week was surrounded by turbulence, and when I say turbulence, I mean one of those that you actually think you are not gonna make it. But the days went by and with self-control and support, I managed to go through them without thinking about putting an easy end into my suffering.

And today, as soon as I woke up, I was gifted with the ability of starting over, and even though I have absolutely no idea where to begin, I know at some point it will come to my mind.

I personally hate self-help books, but I recently checked a post on a blog that recommended one, and after reading some excerpts, I decided to give it a try, and hell, reading it made me think a lot about my choices.
We only live once, we aren't here practicing for a theater play. Life is now, so we shouldn't be sitting here hoping, planning and wondering whether we should do something or not. Live intensely, don't hold back, don't spend your whole life living in misery, because then, when you finally come around, you'll be too old to start over. So with that in mind, I realized that the years are going by too fast and that I haven't done half the things I wanted to do. I have a seriously problem, I live other people's lives, I always put everyone before me, friends, boyfriends, family, and then, when they don't need me, I sit here feeling useless and not knowing what to do, that's pathetic. I think it's a wonderful thing to care for other people, there isn't anything better than the acknowledgement that someone is smiling because of you, but then, what's it worth if in the end everyone is smiling, except you?

What about you, have you already started to live?
Gente que se desculpa por tudo, até por existir, eu não gosto. Gente que só pede desculpas por pura estratégia, para ganhar tempo, avançar no terreno do outro e ganhar a palavra final { leia: ter razão}, também não.

Mas gente que se arrepende do que fez, mais do que isso, gente que compreende suas próprias motivações e ações e percebe seus erros, passa a mão no telefone ou escreve um e-mail dizendo: ‘olha, estive pensando, não fui muito bacana quando fiz isso ou disse aquilo assim assado’, eu adoro. Acho digno. Bonito. Chique.

Oui, oui, por puro processo de identificação. Se tem uma coisa que a princesa sabe fazer nessa vida é pedir desculpas. E é tão bom poder admitir que erramos!

Às vezes acabamos perdendo o amigo e a piada porque passamos dos limites e achamos que o outro tem a obrigação de entender que tratava-se de uma brincadeira ou de um mau momento nosso somente porque esse outro nos ama, é nosso amigo, pai, mãe, irmão, vizinho, amante e/ou companheiro.

Não tem! O outro não tem a obrigação de entender nada. Ele não está no mundo para atender nossas vontades, entender nossos erros, amansar nossas fomes, suscitar nossas crenças e nos doar afeto independentemente de.

Nem nós conseguimos aceitar alguns tropeços que damos, por que o outro teria que ter essa complacência?

Errar é humano, mas se desculpar é divino. Divino, no dicionário:
adj. 1. De, ou proveniente de Deus. 2. Encantador.

Se desculpar é divino, proveniente de Deus, porque nos faz entender que existe algo além de nós: o sentimento do outro, por exemplo!

Mas pedir desculpas não é tão simples! É preciso, antes de mais nada, um auto-estudo constante. É preciso conhecer-se, observar-se. É preciso aceitar-se sem precisar da aceitação alheia. É preciso ter capacidade de abstração e de se colocar no lugar do outro. Só assim é possível enxergar um erro - sem se culpar ou sentir vergonha - e consequentemente pedir desculpas.

Pedir desculpas não é se rebaixar, é admitir que erramos e que o outro existe. É uma arte.

Às vezes é preciso tempo! Só mesmo o tempo consegue nos mostrar que estávamos equivocados. Não importa. Não importa se passou um ano, dez anos, cinco meses: sempre é tempo de pedir desculpas! Quando o tempo passa, tendemos a pensar: ‘já faz tanto tempo, para quê mexer nisso’? E acabamos não nos desculpando. Grande erro! Grande erro porque acabamos não esquecendo a falha cometida - ela fica zunindo a noite toda feito besouro fedido no teto - e não sabemos se o outro ficou de fato machucado.

Pedir desculpas faz bem para quem escuta e para quem fala. Alivia. Desanuvia. Em alguns casos, pode ser um recomeço. E o melhor de tudo? Não tem efeito colateral! Experimente!

Fonte: Princesa Franciny