Ontem na minha aula da tarde, o tema da unidade do livro era caridade. E enquanto discutíamos o assunto, eu lembrei de uma história.

Há um tempo atrás, resolvi juntar algumas cestas básicas pra levar a um orfanato. Depois de conseguir três, as coloquei no carro e fui até lá. Ao chegar, vi que estava tendo algum tipo de festa com as crianças. Haviam alguns palhaços, mágicos e muita risada. Deixei as cestas em uma sala onde colocavam todas as doações e voltei para o carro.
Cerca de um minuto depois, um menininho de uns 7 anos bateu no vidro da janela do carro, eu a abri, e mesmo com sua boca toda suja de bolacha, ele abriu um sorriso imenso e perguntou "Tia, posso te dar um beijo?", eu sorri, escondendo a vontade de chorar e respondi "Claro", o menininho se inclinou na janela e deu um beijo estalado na minha bochecha e depois saiu correndo pra se juntar novamente as outras crianças que pulavam e riam com os palhaços.

Fiquei alguns segundos parada ali, olhando para todas aquelas crianças minúsculas correndo pra lá e pra cá e pensei que sempre reclamamos tanto da nossa vida, nunca estamos contente com o que temos, com nossos empregos, escolhas e etc. e em compensação, centenas de crianças que sequer sabem o que o futuro as reserva, brincam e se divertem como se não houvesse amanhã.

It's definitely something to think about...
"If I should stay
I would only be in your way.
So I'll go but I know
I'll think of you
Every step of the way.

And I will always love you.
I will always love you.

You,
My Darling you..
Bitter sweet memories,
That is all I'm taking with me.
so goodbye, please don't cry.
We both know I'm not what you, you need.

and I will always love you.
I will always love you.

I hope life treats you kind
And I hope you'll have
All you dreamed of.
and I do wish you joy
And happiness.
But above all this, I wish you love.

And I will always love you.
"

Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está ai, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada "impulso vital". Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te supreenderás pensando algo como "estou contente outra vez". Ou simplesmente "continuo", porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como "sempre" ou "nunca". Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicidio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituimos expressões fatais como "não resistirei" por outras mais mansas, como "sei que vai passar". Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência.

Claro que no começo não terás sono ou dormirás demais. Fumarás muito, também, e talvez até mesmo te permitas tomar alguns desses comprimidos para disfarçar a dor. Claro que no começo, pouco depois de acordar, olhando à tua volta a paisagem de todo dia, sentirás atravessada não sabes se na garganta ou no peito ou na mente - e não importa - essa coisa que chamarás com cuidado, de "uma ausência". E haverá momentos em que esse osso duro se transformará numa espécie de coroa de arame farpado sobre tua cabeça, em garras, ratoeira e tenazes no teu coração. Atravessarás o dia fazendo coisas como tirar a poeira de livros antigos e velhos discos, como se não houvesse nada mais importante a fazer. E caminharás devagar pela casa, molhando as plantas e abrindo janelas para que sopre esse vento que deve levar embora memórias e cansaços.

Contarás nos dedos os dias que faltam para que termine o ano, não são muitos, pensarás com alívio. E morbidamente talvez enumeres todas as vezes que a loucura, a morte, a fome, a doença, a violência e o desespero roçaram teus ombros e os de teus amigos. Serão tantas que desistirás de contar. Então fingirás - aplicadamente, fingirás acreditar que no próximo ano tudo será diferente, que as coisas sempre se renovam. Embora saibas que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, pensarás com inveja na largatixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os teus olhos já não acham graça.

Tão longe ficou o tempo, esse, e pensarás, no tempo, naquele, e sentirás uma vontade absurda de tomar atitudes como voltar para a casa de teus avós ou teus pais ou tomar um trem para um lugar desconhecido ou telefonar para um número qualquer (e contar, contar, contar) ou escrever uma carta tão desesperada que alguém se compadeça de ti e corra a te socorrer com chás e bolos, ajeitando as cobertas à tua volta e limpando o suor frio de tua testa.

(Caio Fernando Abreu)

Enviado por Robson Assis

Essa semana foi definitivamente como uma daquelas provas que os alistados passam ao entrarem pro exército. E foi uma prova tanto pra mim, quanto para o meu pobre carro.

Eu sou completamente distraída, isso é um fato, e sempre tive o hábito de querer fazer tudo ao mesmo tempo. As vezes uso o computador, preparo minhas aulas, ouço música e falo ao telefone, tudo simultaneamente, mas nessa semana finalmente aprendi como é perigoso querer dar uma de multitasker enquanto dirijo. Na quarta-feira, fui trabalhar e me deparei com um daqueles trânsitos que te fazem perguntar porque diabos vc ainda não se mudou da cidade maldita na qual mora - mas isso é assunto pra um outro post - então, na esperança de fazer aquela viagem a 10km/h um pouco menos revoltante, peguei o celular para encher o saco alheio e foi aí que o farol abriu e o carro da frente resolveu demorar um pouco mais pra sair (claro que era uma mulher dirigindo) e eu, ao invés de esperar, inconscientemente quis passar por cima dele, mas como diz a física "Dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço" e com o som do bum, voltei do meu "Fantástico mundo de Karina" e vi que tinha feito merda.

Eu e a mulher estacionamos em duas vagas próximas a nós, e nos poucos segundos que levaram até que eu puxasse o freio de mão, já imaginei alguém saindo do carro gritando feito louca, me puxando pelos cabelos e xingando até a minha nona geração, também imaginei um amassado fodido que iria me custar todo o salário dos próximos meses. Negativa, eu? Impressão sua!
Mas enfim, desci do carro com o coração a mil, e para o meu deleite, vi que não havia feito nada no parachoque do meu carro e que no outro o dano também tinha sido zero. A mulher me olhou e disse educadamente que foi só um susto e nada mais e me sentindo mais tranquila, continuei a minha viagem que agora seguia a 20km/h.

E para provar que sou completamente distraída e que quase nunca presto atenção nas coisas, fui descobrir três dias depois - THREE FUCKING DAYS - que o escudo com o símbolo da Chevrolet que tinha na parte da frente do carro, caiu. E olhem que depois da batida eu cheguei a parar o carro em outro lugar pra fazer uma vistoria minuciosa na região que havia batido. #FAIL

E, no sábado fui ver o namorado como de costume e ele resolveu retestar a lei da física e foi assim que o retrovisor do carro virou história, e nos foi provado que não é possível fundir um retrovisor a um poste, por isso, ponto para Isaac Newton!
Mas, depois de uma "panela de pressão" explodida e de todo o estresse, o carro foi consertado e os problemas resolvidos, agora só falta levá-lo - e a mim também - a um centro umbanda pra um banho de descarrego.

Comida japonesa: R$27, conserto do carro: R$137, tomar dois shots de vodka e ouvir que tudo ficará bem: não tem preço.
O melhor filme ever!

"I've found almost everything ever written about love to be true. Shakespeare said "Journeys end in lovers meeting." What an extraordinary thought. Personally, I have not experienced anything remotely close to that, but I am more than willing to believe Shakespeare had. I suppose I think about love more than anyone really should. I am constantly amazed by its sheer power to alter and define our lives.

It was Shakespeare who also said "love is blind". Now that is something I know to be true. For some quite inexplicably, love fades; for others love is simply lost. But then of course love can also be found, even if just for the night. And then, there's another kind of love: the cruelest kind. The one that almost kills its victims. Its called unrequited love. Of that I am an expert.
Most love stories are about people who fall in love with each other. But what about the rest of us? What about our stories, those of us who fall in love alone? We are the victims of the one sided affair. We are the cursed of the loved ones. We are the unloved ones, the walking wounded. The handicapped without the advantage of a great parking space! Yes, you are looking at one such individual. And I have willingly loved that man for over three miserable years! The absolute worst years of my life! The worst Christmas', the worst Birthday's, New Years Eve's brought in by tears and valium. These years that I have been in love have been the darkest days of my life. All because I've been cursed by being in love with a man who does not and will not love me back. Oh god, just the sight of him! Heart pounding! Throat thickening! Absolutely can't swallow! All the usual symptoms."

(Quote from the movie "The Holiday")

"Did you say it? 'I love you. I don't ever want to live without you. You changed my life.' Did you say it? Make a plan. Set a goal. Work toward it, but every now and then, look around; Drink it in 'cause this is it. It might all be gone tomorrow." (Grey's Anatomy)
"My heart pounded, quick! to the horse!
It was done before I could think;
evening was already cradling the earth
and night hung upon the mountains:
already the oak stood clothed in mist,
a towering giant there,
where darkness from the bushes
peered with a hundred dark eyes!

The moon from a hill of cloud
looked pitifully down through the haze,
the wind stirred with gentle wings
murmuring eerily into my ear;
night created a thousand horrors;
but fresh and cheery was my mood:
in my veins, what fire!
in my heart, what passion!

You I saw and gentle joy
flowed from your sweet gaze to mine,
my heart was entirely at your side,
and every breath was for you.
Rose-colored spring
surrounded your lovely face,
and tenderness for me - oh you Gods!
I had hoped for this, but I do not deserve it!

But alas, already with the morning sun,
parting strangles my heart:
in your kisses, what bliss!
in your eyes, what pain!
I left, and you stood and looked down at the ground,
and then gazed after me with wet eyes:
and yet, what happiness to be loved!
And to love, Gods, what good fortune!" (Goethe)
A sexta passada começou com os planos pra um almoço de aniversário sugerido por minha melhor amiga, mas, por interferência do Murphy (claro), ela acabou passando mal e ao invés de irmos almoçar, a levei para o pronto-socorro. Apesar da preocupação, eu não conseguia deixar de pensar no quanto detestava hospitais e que se o convênio dela fosse tão bom quanto o meu, eu estaria fodida.

Chegamos lá por volta do meio dia e meio e depois de todo aquele processo chatíssimo de "assina isso e aquilo", pediram que aguardássemos na sala de espera que o médico a chamaria. Eu ainda achava que tudo seria rápido e indolor, mas quando vi aquele mundarel de gente, pensei "Puta merda, não saio daqui hoje", deviam haver umas 20 pessoas ou mais aguardando atendimento, entre as 20, pelos menos umas 10 estavam com conjuntivite. Então, me sentei em uma daquelas cadeiras victorianas, alcochoadas com o melhor material da Europa e ali fiquei, rezando para todos os Santos para que eu entrasse em modo Stealth e passasse despercebida pela conjuntivite.
E enquanto esperávamos, eu observava aquele monte de pessoas bonitas e super bem vestidas, era quase um Fashion week, um colírio para os olhos, sem contar os momentos em que surgiam alguns "seres" falando dialétos que só eles mesmo entendiam (budega do garai).

E agora, vamos a parte mais incrível - pra não dizer outra coisa - do dia. Haviam duas médicas atendendo no momento em que chegamos ao hospital, e durante um dos atendimento, uma delas sai do consultório com o celular na orelha. Ela caminhava de lá pra cá e então resolveu parar no meio da sala de espera e em alto e bom som, começou a dizer "Ah, mas o paciente está com isso e aquilo, o que eu receito? Um anti-inflamatório, né? Mas por quantos dias? Uns 8? Melhor 6" e eu assisti à cena pensando que em algum momento ela desligaria o celular, olharia pra todos sentados ali e diria "HÁ, pegadinha do malandro", mas claro, não foi o que aconteceu, ela voltou pro consultório e receitou o que quer que a pessoa tenha lhe sugerido do outro lado da linha. Fiquei boquiaberta com a situação, mas conclui que todos somos humanos e temos o direito de fazer coisas absurdas ao menos uma vez na vida, mas, enquanto eu debatia o assunto internamente, ela sai do consultório novamente e volta a repetir a mesma cena, ou seja, ela realmente não sabia o que diabos estava fazendo ali, provavelmente comprou o seu diploma e passava a semana sentada nos bares próximos a faculdade enchendo a cara ou então, o hospital estava sem nenhum médico disponível e por isso, fizeram "unidunitê" entre as recepcionistas e a escolheram pra brincar de médico naquele dia.
Mas se vcs pensam que para por aí, estão enganados, poucos minutos após a falha gravíssima da "tal médica", uma outra surge de um outro consultório com um Raio-X na mão, e saiu rodando o hospital inteiro, perguntando pra todos os médicos que cruzavam seu caminho, o que eles viam no Raio-X. E não, ela não fez isso só uma vez, ambas as médicas saíam continuamente pra consultar seus "colegas" a respeito dos diagnosticos e sobre qual tratamento deveriam passar para seus pacientes. Unbeliavable.

Fiquei com uma pena absurda da minha amiga e até sugeri que procurássemos um outro hospital, pela competência evidente daquelas médicas, ela provavelmente sairia dali com algum diagnostico que não tinha nenhuma relação com os seus sintomas, mas ela preferiu continuar e pra sua sorte, acabaram aparecendo outros dois médicos, que aparentemente eram mais competentes, apesar de que na altura do campeonato, eu não botava minha mão no fogo por mais ninguém.

E meu almoço de aniversário acabou sendo as 4 horas da tarde, em um restaurante renomado em frente ao hospital. A decoração era impecável, cadeiras e mesas de plástico da Brahma, toalhas manchadas. Não posso deixar de mencionar a comida, o lanche de frango pedido pela minha amiga, vinha guarnecido de queijo, catchup e plástico. Ah sim, e tudo isso ao som de músicas sertanejas, longe de ser uma poluição audiovisual.

Mas, por incrível que pareça, foi um dia divertidíssimo, nunca imaginei que pudesse rir tanto dentro de um hospital.
Acho que a maior qualidade e defeito dos seres humanos é esperar demais de tudo e todos. Quem nunca depositou todas as suas fichas em algo, achando que tudo teria o fim que vc esperava e tomou no cú quando a vida te mostrou que nem sempre as coisas são justas?

Eu sempre fui assim, sempre esperei demais das coisas e das pessoas, talvez porque eu nunca veja maldade em nada e sempre ache que a vida não passa de um conto de fadas um pouco mais longo e detalhado. Mas é claro, a realidade é completamente oposta, todos sabemos disso, por isso, na maioria das vezes, aquilo que esperamos acaba tendo um desfecho totalmente contrário, fazendo com vc pense e repense suas escolhas.

Criar expectativas tem seu lado bom, que é poder sonhar, ou pensar no quão bom e pleno vc se sentirá quando aquilo que vc almeja se solidifique, mas tem também seu lado ruim, cuja sensação consequente é similar a de se jogar de um edifício de 20 andares.

As vezes temos que nos conscientizar de que nem sempre o universo se moverá para que seus anseios sejam ouvidos e respondidos da forma esperada, e temos que aprender a lidar com isso mesmo nos dias em que vc esperava uma maré de sorte e de comprovações satisfatórias.

Mas, mesmo perante a essa amarga realidade que nos é exposta diariamente, nunca devemos deixar sonhar.
01 de março de 2005,

Hoje levantei cedo, meio desanimada, geralmente fico assim em meus aniversários, sempre com aquela vontade de desligar os telefones e sumir do mapa, mas, não é possível, então levantei e já fui recebida por minha mãe que me aguardava na cozinha de braços abertos e segurando uma cesta de café da manhã. Todo ano ela me dá um abraço super apertado e cheio de dor, sei que pra ela meus aniversários são muito mais catastróficos, afinal, não deve ser fácil se dar conta de que sua filha, que até outro dia ainda engatinhava, já está completando 21 anos.

A manhã e a tarde foram passando lenta e dolorosamente, recebi ligações de milhares de pessoas, até mesmo das pouco prováveis e isso até animou um pouco mais o dia, mas aquela melancolia ainda reinava sobre mim. Passei o dia me perguntando se deveria ir à faculdade hoje ou não, sendo PHD em matar aulas, o dia de hoje seria um motivo perfeito pra por em prática o que eu sabia fazer de melhor, mas no fim, conclui que passar a noite com pessoas legais ia ser milhares de vezes melhor do que ficar em casa choramingando.
Me arrumei e liguei pra Sandra como de costume pra saber se teria que buscá-la hoje também, nós sempre vamos juntas a faculdade, mas feliz ou infelizmente acabei contagiando-a com o meu péssimo hábito de não ir as aulas. Ela atendeu parecendo mais empolgada com o meu aniversário do que eu mesma, ela disse que iria pra aula e que assim que eu chegasse, desse um toque no seu celular que ela desceria.

Com a velocidade de uma tartaruga, separei o material das aulas que teria hoje e fui embora. Cheguei na casa dela e como imaginei, ela ainda não estava pronta - ela sempre se atrasa - e então, pediu que eu subisse, assim não ficaria esperando sozinha no carro, afinal, ninguém merece ser assaltado bem no dia do seu aniversário, né?
Enquanto aguardava o elevador, ainda me questionava o porque de eu não ter ficado em casa. Drama queen mode on. Mas enfim, sempre fomos tão amigas, que eu sequer toco a campainha quando chego, já vou logo abrindo a porta e entrando. E ao fazê-lo, me deparei com a sala escura - o que era uma raridade, já que ela nunca deixa tudo apagado - e ao dar mais um passo, avistei algumas bexigas penduradas na parede e em seguida veio o coral cantando "Parabéns", olhei para aquilo tudo incrédula, com uma cara de "What the fuck?", mas como uma pisciana legitima, levei as mãos ao rosto e desatei a chorar, a Sandra, mais manteiga derretida do que eu, me abraçou, também chorando.

Depois de todo o chororô, a noite acabou sendo risadas puras, nos entupimos de lanches e bolo (o melhor que já comi) e ficamos falando sobre as pérolas que viamos na faculdade.
Voltei super feliz pra casa, todo aquele sentimento horrendo que me dominava pela manhã, foi substituido por uma sensação maravilhosa e única. A festa surpresa foi infinitamente melhor do que qualquer presente que eu poderia ganhar. Esse dia ficará guardado para sempre e quem sabe essa lembrança torne "os primeiros de março" um dia mais alegre.

E a frase do dia é: há sempre alguém que acenderá uma vela pra te ajudar a enxergar na escuridão